sexta-feira, 13 de agosto de 2010

A Saga do Inglês

Posted by MARDEN BASTOS -Real Estate Sales Representative at EXIT Realty Lake Superior at 02:07
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Fui um dia matricular meus filhos na escola de inglês e se eu me matriculasse junto, eles pagariam a metade do curso. Fiz as continhas e vi que isto me custaria uns 35 reais a mais.
Como naquela época a legislação de farmácia estava mudando e eu recebia muita monografia de produtos novos na área de manipulação e na grande maioria em inglês, eu estava sempre na dependência de alguém para compilar dados importantes e traduzir para mim. Então aprender inglês já era uma necessidade. Resolvi encarar o desafio.
Comecei a estudar à noite, 2 hs por semana. Mas meu marido nem sempre estava em casa no horário para ficar com as crianças eu  então me mudei para a turma da tarde. Bom, imagina só, euzinha, numa turma de garotos cuja idade máxima era 15 anos. Será que era constrangedor para eles estudar com alguém que podia ser a mãe ou a tia? Era guerrinha de papel e borracha, um que sumia com o livro do outro, e eu ali, no meio querendo realmente aprender. Aos trancos e barrancos consegui fechar dois semestres. Ao final de cada semestre, fiz minhas provas e tirei notão. Eu ficava feliz e saltitante. Eu achava que com aquele inglês todo eu conseguiria ir ao mall e comprar uma roupa, ou poder pelo menos fazer um pedido ao garçon num restaurante, ou quem sabe conversar com aquele novo estudante que chega na classe e juntar com ele o disconforto de estar ali, afinal nós teríamos algo em comum. Mas naquele momento eu  só precisava do inglês para ler minhas monografias de matéria prima. Uma viagem para falar inglês não estava nos meus planos.
Naquele mesmo mês em que terminei o segundo semestre de inglês, meu marido foi convidado a vir trabalhar aqui. Mantive minha matrícula na escola para o terceiro semestre, mas com a correria de preparativos para mudar para o Canadá,vender a farmácia, contar estoque, fechar documentação de pessoa jurídica e física, ser pai e mãe, porque o marido já estava aqui, eu mais faltava do que tudo.
Me mudei para o Canada 5 mêses depois do convite oficial e meu marido veio com “work permit”, os filhos e eu com visto de visitante com direito a estudar. Chegando aqui eu tive uma professora particular por 100 horas.
Enquanto isto meu mundo encolheu. Eu, que sou acostumada a ler livros de toda a natureza, passei a ler folhetos de propaganda, cupons de desconto... Eu não jogava nada  fora. Aliás passei a colecioná-los e descartar os repetidos. Eles viraram material didático. Eu entendia as fotos, mas aquelas pequenas palavrinhas ainda eram um mistério. Aí, lá no santo “Dollarama” eu descobri que marcador se chama “highlighter”,  que a Chapeuzinho Vermelho em inglês chama-se “The Little Red Riding Hood” e eu voltei para casa com novos materiais didáticos. Nos folhetins eu marcava as palavras que eu não entendia e além das cores vibrantes das propagandas , eles agora passaram a ser luminescentes com meus "highlighte. Eu escrevia as palavras novas várias vêzes, em novas frases para guardar o significado. E tentava formar frases em inglês de tudo que eu fazia. Parecia uma maluca, conversando em voz alta.

 Ao invés dos grandes romances, suspenses e dramas, agora meus livros prediletos eram os livros infantis, a minha nova bíblia se chamava dicionário Português- Inglês/ Inglês –Português. Depois meu marido me deu de presente outra bíblia- Oxford Dictionary. Lindo, rechonchudo, com muitas letras miúdas e significados para mais de kilometros. Comecei a descobrir que as palavras tinham diferentes funções. Eu descobri que “Like” que até então era verbo na minha cabeça, era um bom trabalhador e fazia hora extra como preposição, conjução, adjetivo, substantivo e até advérbio. Uau!!! Nesta hora eu fiquei feliz de não ter matado minhas aulas de português. Ue? Mas eu não estava aprendendo inglês? Sim, mas eu sabia o que era sujeito, predicado, verbo transitivo, verbo intransito, objeto direto, preposição, conjunção, adjetivo, advérbio, frase, sentença, etc. Agora estava fácil! E foi aplicando os conceitos da gramática portuguêsa que fui entendendo o trabalho de cada palavra em inglês, respeitando as diferenças, é claro.

Como chegamos aqui em maio, ficava a dúvida: matricular ou não matricular as crianças na escola, porque o final do período letivo aqui acabava em junho. Finalmente chegamos a conclusão que seria uma quebra muito grande na rotina deles, passarem 4 mêses longe da escola. Aí, duas semanas depois de chegarmos nesta terra linda, fui matricular meus filhos na escola. Chegamos lá, nos dirigimos com as crianças para a secretaria e meu marido começou a conversa. Eu entendia bulhufas. Finalmente a mulher de dentro do balcão falou algo que eu pude entender: Birth Certificate, Batism Certificate e Shot Report. Hum... e pensei com meus botões... relatório de tiros. O que é isto? Peguei os dois primeiros e fiquei esperando alguma palavra milagrosa para eu entender o tal Shot report e ela veio: immunization card.
Funcionou muito! A medida que ia me aprofundando na gramática o uso dos conceitos me ajudava a entender aquelas palavras que eu conhecia com um significado, mas que estava alí literalemente fazendo um diferente trabalho.




Bom, a partir daquele dia minha vida foi gradativamente assumindo novas formas e cores. Passei a caminhar 2,5 km todos os dias, 4X ao dia para deixar e buscar as crianças na escola. Depois de deixá-los lá eu seguia para mais uma lição didática. Ia para o supermercado, aprender com os rótulos. Meu marido me deu novo presente: a caneta mágica. Uma caneta que sabe ler e falar inglês, mas explica em português. Inteligente ela!!!! Meio temperamental as vezes! Tem que passar devagar e calminha, mas de um modo geral ela sabe tudo. Viramos amigas quase inseparáveis.



Eu estava de novo numa mistura de jardim de infância e primário. Sabia um monte de palavras, mas na hora do ditado errava um monte delas.  Na realidade eu achava que eu precisava de um otorrino, porque eu tinha dificuldade de escutar e entender os sons e não sei como não engordei de tanto comer letras nos ditados.



Em agosto, assim que mudei para a cidade definitiva me matriculei num ESL no nível iniciante. No primeiro dia, a professora chegou com uma música dos anos 60 e a folha com a letra. Apesar de eu adorar os Beatles, entender o sotaque britânico era prematuro para o meu quase inexistente inglês. E eu comecei a pensar: "When I am  64" será que eu vou entender, falar e escrever neste idioma?
Além de não entender as palavras ela queria que a gente cantasse. Bom, se fosse dançar seria mais fácil. Experimentem ouvir a música sem seguir a letra com o seu ouvido destreinado. Você vai achar que também precisa de um otorrino.
No outro dia ela chegou com um jogo. Dava para brincar com os grupos: animais, flores, cômodos da casa, peças do vestuário, etc.
No dia seguinte ela chega com o verbo “to fall” acrescentando todas as preposições possíveis e imagináveis. Para mim cair era cair, mas em inglês a gente cai diferente,pelo menos naquela folhinha cor de rosa, a gente podia escolher 38 variações. Se você “ fall about” , ou se você “fall for”, ou “fall into” ou “fall over” , cada “Fall” era um click diferente. Depois de ouvir a ilustríssima professora dizer que nós tínhamos de memorizar os diferentes jeitos de cair eu preferi cair na real. Eu estava pagando minhas aulas $6,00 a hora para aprender o que? Tudo bem, eu era analfabeta em inglês , mas não em português. Eu sabia que aquele “curso” sem curso, sem programa definido não ia me levar a lugar algum.



Foi neste meio tempo que uma brasileira que havia se mudado para nossa cidade me disse que tinha ido a um curso e que tinha adorado. Ela também tinha caido na real depois dos 38  "Fall " phrasal verbs , ou seja, caimos juntas, ela na frente e eu de para-quedas atrás. Fui lá no curso novo, junto com a nova amiga e fui apresentada à professora. Meu inglês era insuficiente para aquele programa, mas como tinha poucos alunos ela me deixou ficar por um mês para fazer uma experiência



As aulas eram de segunda a quinta de 9AM as 4PM. Na primeira aula eu estava perdida. Não sabia se chorava, gritava ou saia correndo. Mas para que a pofessor não achasse que eu era maluca, mimada ou coisa parecida, fui ficando.

O programa que ela desenvolvia tinha uma direção e a professora era ótima. No início minha amiga bancava a intérprete. Embora os alunos tivessem diferentes níveis  de conhecimento, todos compartilhavam a mesma sala. Ela nos dividia em diferentes atividades e dedicava 20 minutos a meia hora com cada grupo. Ela as vezes me perguntava se eu tinha dúvidas. No começo eu não tinha dúvida nenhuma! "How come?" Ela dizia. Eu não sabia nada! Para ter dúvida a gente tem de saber alguma coisa, ou entender alguma coisa.  Quando comecei a ter dúvidas eu fiquei feliz, porque eu estava aprendendo alguma coisa e usando minha tal falada massa cinzenta, que já estava ficando bem desbotada pela falta de uso correto. Ela me colocou no computador usando um programa aonde tinha frases e eu ia escolhendo as partes que faltavam para completar. Assim eu ia trabalhando diferentes partes da gramática e entendendo a estrutura. Quando errava, a resposta certa aparecia e tinha a explicação do correto. Depois peguei livro de gramática básica e e comecei a escrever, fazer exercícios e eu comecei a desenvolver. Depois de 2 meses eu fui avaliada e finalmente colocada no programa, no nível inicial que era dividido em 4 partes. Ou seja o programa tinha 5 níveis com total de 20 estágios e eu estava no primeiro.



Apesar de estudar 24 hs por semana, ao chegar em casa eu coloca a TV em programas infantis com close caption ligado e seguia a legenda. Os programas infantis tem linguagem simples, mas com estruturas completas, e apesar dos pesares, sempre tem palavra novas. Além disto eu continuava com meus livros de histórias infantis, fazia caça palavras e escrevia redações curtas sobre qualquer coisa que vinha a cabeça. A medida que fui desenvolvendo fui pegando textos mais complexos, comecei a escrever no estilo de redações universitárias canadenses, estudar exercícos para o TOEFL, ter auxílio de voluntários com conversações , “slangs”, “idioms”, verbos frasais. Depois passei a ler livros de adulto, revistas, jornais, artigos científicos. Minha professora dizia que eu  " was growing by leaps and bounds" ou seja eu desenvolvia aos pulos e saltos e não em passos normais. Segundo ela minhas mãos falavam inglês quando me faltavam palavras, e que as vezes eu atropelava o inglês com vontade, mas eu conseguia me expressar. Ou seja, eu não tinha vergonha de errar e foi isto que me ajudou a crescer.



Além da vida na escola , a vida cá fora corria normal, mas para mim continuava sendo um grande desafio. A primeira vez que fui ao Tim Hortons sozinha, escolhi feliz e saltitante um combo, pelo número, após entender o que aquele sanduiche tinha. Disse o número porque aí minha dificuldade era menor. Aí começou a crise de ouvido de novo. Ela perguntava : que tipo de pão? Tostado? Com manteiga? Queijo? Que tipo de molho? Qual donut? Aquela mocinha não tinha idéia como ela complicava a minha vida. Eu só queria comer um sanduiche , do jeitinho da foto estava bom. Mas naquela época nada que ela perguntava eu entendia. Não foi atoa que comecei a carregar barrinhas de cereal e meu lanchinho, assim eu era polpada deste vexame.



Você está achando engraçado? Hoje é!!! Mas naquela época não era. Se eu fosse contar todas as situações ridículas pelas quais passei, daria bem um show de comédia.



Se você não quer passar por este tipo de situação, siga aqui algumas dicas.



1- Se você pensa em ir para um país, faça pelo menos 4 módulos de um curso comercial, mas não se deixe limitar aos capítulos do livro. Adiante os seus passos. Se você está no início, pegue as palavras novas e escreva frases e mais frases com ela. Leia em voz alta. Seu olho não tem nenhuma dificuldade de pronúncia, mas sua língua pode ter.
2- Receber instruções em português e executar em inglês facilita muito no começo até você ter vocabulário e entendimento necessário. Não pense em vir para cá para aprender do zero. Você vai levar muito mais tempo e gastar mais dinheiro começando do zero aqui, do que vir para desenvolver uma base já existente.
3- Use todas as ferramentas disponíveis e aplicáveis ao seu caso.
4- Veja os enlatados americanos usando o close caption ou a tecla SAP, filmes usando legenda em inglês.
5- Use um dicionário em português –inglês, mas use também um dicionário inglês- inglês, porque algumas palavras são mais ou menos usadas que outras e as vezes umas exprimem uma certa intensidade em relação a outra. Não me recordo agora qual palavra, mas já usei palavras em redações usando o dicionário de Português - Inglês , cujo sentido não bate com o do inglês. Só entendi isto quando fui ler o significado no dicionário inglês- inglês.
6- Leia jornais e revistas. Hoje a internet lhe proporciona esta facilidade quase de graça. Basta você ter internet em casa, o resto é só ter boa vontade. Gírias e expressões idiomáticas fazem parte do dia a dia das pessoas e os jornais as usam muito.
7- Ouça de 1 a 3 vídeos por dia no You tube. Entrevistas, notícias, reportagens. Música também ajuda no entendimento mas cuidado porque muitas letras usam formas de linguagem permitida para "artes" mas que não é  gramaticalmente correto.
8- Brinque com “Scramble”, Caça palavras. No Facebook  tem Scramble gratuito para telefone.  Além de você construir as palavras pode ainda ver o significado. Esta é uma forma ótima de enriquecer o seu vocabulário.
9- Explore as funções de cada palavra. Não aprenda pela metade. Uma coisa legal que aprendi no Oxford é que ele dá o significado da palavra pelo mais usado ao menos usado.
10- Escreva muito. Grande parte dos imigrantes tem dificuldades em redigir em inglês. Escreva qualquer coisa. Dê um tempo e leia para achar seus erros. Aprenda a usar corretamente o artigo e as preposições. De acordo com uma professora que corrige exames na Ryerson, a maioria dos imigrantes faz uso incorreto destes dois elementos gramaticais. E uma preposiçao incorreta pode mudar o sentido da senteça. O verbo "Fall" que o diga!
11- Conheça regras de gramática e pontuação. Seja fluente por completo.
12- Aprenda pelo menos 5 palavras novas por dia.
13- Grave sua conversa e observe sua pronúncia. Embora nós nunca vamos perder o sotaque, dá para melhorar a pronúncia. Eu acho que as pessoas não são obrigadas a nos entender. Nós estamos no país delas e este esforço deve ser nosso, se não quisermos ser discriminados e criticados. Existe pouca diferença no som de certas palavras para o nosso ouvido: ex- sink and think. Mas para um canadense, ele pega direitinho nosso erro. Preste atenção no stress das sílabas em inglês, principalmente naquelas palavras próximas ao português. Ex: important, comfortable, object, equipment, etc
Aqui tem uma piada na qual o imigrante fala ao rádio: We are sinking, we are sinking, we are sinking. E alguém  do outro lado do rádio responde: What are you THinking about? Para nós brasileiros o som do TH é um desafio.
14-  Dicionário online está entre meus favoritos e vive aberto no meu computador. Além do significado oferece a opção de ouvir a palavra. E o Thesaurus ajuda a identificar palavras sinônimas.
15- Outra opção ótima é este website : dá para digitar frases curtas, escolher o sotaque e ouvir a pronúncia. Ele me ajudou muito no meu primeiro módulo de francês. Este eu descobri recentemente. Mas dá para usar em vários idiomas. isto ajuda a treinar o ouvido.

9 comments:

Mr T on 23 de agosto de 2010 14:04 disse...

belo texto, engraçado e informativo! parabéns!!

Anônimo disse...

Tive quase um ataque de tanto rir com este texto, mas diferente de amigas q aqui no Canada eu fiz e todas,insinuam q falavam bem o ingles, (so q o ouvido doi ao escutar) tbem passei por poucas e boas no meus primeiros anos aqui. Cheguei ha 5 anos e hj posso viver sozinha, mas os 2 primeiros anos tive alergia do ingles. E cheguei com nivel avancado aqui, mas o listen e o speaking eram de chorar. Passei por mesmos passos q descreveu e ate psicologo marquei pque achava q era um problema emocional serio de nao avancar nada, alias, regredi e desaprendi o q sabia. O marido canadense teve uma paciencia de Jo, mas ate dele eu queria me separar pque ele tbem tinha recaidas ou em nao me entender ou em falar bem alto q meu ingles era pior q de um indiano. Bom, tudo passou a adorei este post. parabens pelo verdadeiro relato e viva nos!
Mana- BC -canada

Cris disse...

eu queria saber onde compra essa caneta mágica??

MARDEN BASTOS (Real Estate Sales Representative) on 15 de fevereiro de 2011 13:25 disse...

Cris, eu comprei via internet, não me recordo se foi Ebay ou Amazon. Se não tiver, clique no link da caneta que acho que lhe dará algumas opções.Ela foi super útil para mim.

Adriana, Alex e Aninha on 29 de março de 2011 18:26 disse...

Marden, aconteceu comigo exatamente igual no Subway, deu vontade de cancelar o pedido, que sufoco né? Um dia vou te relatar minhas aventuras nos onibus de TO. Um abraço!

Anônimo disse...

o ingles nao eh brincadeira... mas nos diverte! falando serio, aqui no canada ha tantos sotaques, gente que fala bem e que nao fala, que em um momento ou outro, por mais avancado que seja o nosso nivel, nao vamos entender alguma coisa, ou nao vamos ser entendidos. infelizmente, isso pode mexer muito com nossa auto-estima... por isso mesmo que eu digo que nao eh brincadeira. venha preparado para dizer muito sorry e excuse me e continuar tentando sempre!

Anônimo disse...

Conheci seu blog hoje, e ja li bastante coisa, muito legal. Eu estou querendo fazer intercambio no canada, estou tentando manter contato com pessoas que ja estão ai para que possam em ajudar um pouco. O que atrapalha um pouco é o tal do ingles, tenho so o basico, mas que chegando ai vai virá nada..srrsr...Será que podemos manter contato por email, facebook, para que possamos conversar. Tem agencia que fala que sem ingles não posso ir pro canada, outras dizem que posso sim. Minha oportunidade de ir é agora, esse ano , pois ano que vem não poderei. Ja ate sai do serviço, então ou viajo ou procuro outro empregoo não posso ficar sem fazer nada por tanto tempo. Desde ja agradeço se puder me ajudar. Abraços

MARDEN BASTOS (Real Estate Sales Representative) on 18 de junho de 2011 19:16 disse...

Olá, você que fez o último comentario anterior a minha resposta. Podemos nos comunicar via email do blog, pode me adicionar no facebook também. Este post conta a minha história, a minha própria dificuldade com o fato de vir para cá praticamente sem inglês algum. A minha opinião é que para vir para o Canadá seria para desenvolver o inglês e não para aprender do pontto zero. É muito mais difícil e lento o aprendizado em outra língua quando você não tem base, ou base pobre. Por outro lado é caro ganhar em real e gastar em dolar, portanto você fará melhor uso do seu dinheiro se vier num nível intermediário a avançado. Seu inmglês vaio deslanchar. Caso contrário, se o seu inglês for muito básico, você vai perder tempo maior para entender o e o seu crescimento vai ser bem menor, por mais que você se dedique. Se houver tempo, faça uma imersão no Brasil antes de vir.

Anônimo disse...

vou adiciona-la......eu tentei colocar meu nome mas deu erro ai deixei anomina....brigada

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